Eis os dados do trabalho dos americanos dias 10, 11 e 12 de Janeiro 2010… Note o fim da atividade, precisamente no momento do sismo do Haiti.
Fonte: HAARP Induction Magnetometer
Eis os dados do trabalho dos americanos dias 10, 11 e 12 de Janeiro 2010… Note o fim da atividade, precisamente no momento do sismo do Haiti.
Fonte: HAARP Induction Magnetometer
O presidente dos EUA promete responder questões pelo portal de vídeos, na próxima semana
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, receberá perguntas do público pelo YouTube sobre seu discurso do Estado da União nesta quarta-feira (27) e as responderá online na próxima semana, informou a Casa Branca.
O diretor de Novas Mídias da Casa Branca, Macon Phillips, explicou em um post no blog da Presidência que as perguntas podem ser enviadas ao YouTube.com/CitizenTube assim que o discurso ao Congresso começar, às 21h locais (0h de Brasília).
Phillips afirmou:
- Temos o prazer de anunciar que o presidente Obama usará a web para oferecer ao público uma forma direta e participativa de se comunicar com ele.
Phillips explicou que a Casa Branca quer com isso garantir que o discurso do Estado da União atinja o maior número de pessoas.
Ele acrescentou que as perguntas feitas por meio do portal de vídeos YouTube serão respondidas por Obama na próxima semana “em um ato especial on-line, ao vivo da Casa Branca”.
Copyright AFP – Todos os direitos de reprodução e representação reservados
Quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 12h58

SÃO PAULO – O que parece um túnel no céu é, na verdade, uma rara formação de nuvens.
A imagem capturada por uma turista em janeiro na praia Las Olas, em Maldonado, Uruguai, chamou tanta atenção que ganhou destaque na página da NASA.
A foto tirada por Daniela Mirner Eberl foi parar nos destaques do dia da Agência Espacial Americana.
A NASA explica que nuvens como essa podem se formar quando uma tempestade umidifica o ar quente e o faz subir próximo a uma frente fria.
Esses rolos de nuvem podem ter ar circulando no eixo horizontal e, acredita-se, podem se transformar em tornados.

Oscilação Ártica
A Oscilação Ártica é definida pela diferença de pressão entre as latitudes médias (em torno de 45 graus norte) e o Ártico. Enquanto as massas de ar de baixa pressão dominam o Ártico, sistemas de alta pressão permanecem sobre as latitudes médias. Quando os sistemas são mais fracos que o normal, a diferença de pressão entre o Ártico e as médias latitudes cai, permitindo que o ar frio do Ártico se desloque para o sul ao mesmo tempo que o ar mais quente rume para o norte.
Quando os sistemas estão mais fracos que o normal é dito que a Oscilação do Ártico está negativa e quando a intensidade é maior que a habitual a Oscilação Ártica é positiva.
Segundo o NWS, o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, ao longo de todo o mês de Dezembro de 2009 a Oscilação do Ártico se manteve fortemente negativa, o que é comprovado pelo gráfico gerado pelos dados do satélite. Enquanto na Groenlândia e no Alasca as temperaturas ficaram até 12 graus acima da média em algumas localidades, a maior parte das regiões ao norte apresentou temperaturas que em muitos casos ultrapassou os 12 graus negativos acima da média. Segundo os meteorologistas, o extremo do mergulho negativo do Índice de Oscilação Ártica ocorreu em Dezembro de 2009 e foi o menor valor mensal observado nas últimas seis décadas.
Arte: Gráfico criado a partir de dados do satélite Terra mostra a anomalia térmica sobre o hemisfério norte, comparando dados entre dezembro e janeiro de 2009 com valores coletados entre 2000 e 2008. Crédito: Nasa/Modis/Rapid Response Team/Kevin Ward/Holli Riebeek.
Direitos Reservados
Ao utilizar este artigo, cite a fonte usando este link:
Fonte: Apolo11 – http://www.apolo11.com/clima.php?posic=dat_20100112-104341.inc
O jornalista André Guilherme e a meteorologista Aline Ribeiro entrevistam o professor da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Molion. Segundo o estudioso o clima não está aquecendo, ele afirma que próximos 20 anos serão de resfriamento do planeta.
O fenômeno climático El Niño durará até o começo de junho de 2010 e terá um forte impacto sobre os padrões de clima, disse nesta quinta-feira o Centro de Previsão Climática (CPC) do governo americano. “Estima-se que o El Niño exerça uma influência significativa sobre o clima mundial nos próximos meses”, disse o centro em relatório mensal.
O El Niño é um aquecimento anormal das águas na parte equatorial do Pacífico que altera os padrões climáticos globais, especialmente os da região Ásia-Pacífico.
O fenômeno provoca fracas chuvas de monção que afetaram as áreas produtoras de cana da Índia, o que acabou elevando os preços da commodity para uma máxima de 29 anos.
O El Niño, que foi identificado pela primeira vez por pescadores latino-americanos no século 19, provoca também secas em regiões como a Indonésia e Austrália e causa ao mesmo tempo enchentes no Equador e na Bolívia. No Brasil, traz chuvas especialmente para as regiões Sul e Sudeste.
O CPC afirmou que o impacto do atual El Niño resultará em mais chuvas e temperaturas baixas para o sul dos Estados Unidos. A Indonésia continuará sofrendo com clima seco, acrescentou. A última vez que o El Niño teve um forte impacto foi entre 1997 e 1998.
A onda de frio polar que assola há uma semana grande parte dos Estados Unidos atingiu em cheio neste sábdo os estados do sul com quedas de neve excepcionais, submetendo a Flória a temperaturas historicamente muito baixas.
Pelo menos nove pessoas morreram por causa do frio, segundo a CNN.
A Flórida, conhecida como “The Sunshine State” (o Estado ensolarado) devido a seu clima subtropical, não sofria tanto frio nos últimos 112 anos, com temperaturas de 8,3 °C negativos.
O Serviço Meteorológico Nacional emitiu alertas para ventos fortes que podem provocar uma baixa maior das temperaturas, principalmente no centro do país.
Este frio, proveniente do norte canadense e que atravessa os Estados Unidos com temperaturas inferiores a 28 graus abaixo de zero, pode continuar durante todo o fim de semana.
Os produtores de cítricos tomaram medidas para proteger suas colheitas da geada. O setor agrícola da região representa 9,3 bilhões de dólares em rendimentos anuais.