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Tradução: Revelatti
Esta semana, o presidente Obama e os líderes do mundo se reunirão para decidir o destino da humanidade. Esta reunião, que será realizada em Copenhague, tem como missão “ligar para as nações do mundo sob uma climatocracia, ou melhor, um regime de clima regulatório concebido e operado por burocratas e elitistas. Os membros desta climatocracia ficarão com o lucro, enquanto o resto da humanidade vai afundar na escuridão. Haverá lugar para se esconder, nenhum oásis deve ser encontrado no deserto. Com efeito, após as discussões concluíram que as nossas liberdades também devem ser celebradas? Será que a humanidade mergulhará em uma tirania mundial regida por um estado de medo climatico ou seremos capazes de pará-los antes que seja tarde demais? Nunca houve uma maior aposta para a liberdade da humanidade.
Ao longo das últimas décadas, globalistas como Al Gore e Maurice Strong usaram o manto da pseudo ciência do clima como seu véu. Agora que o “climategate” foi removido da cortina e brilhou a luz sobre as baratas rastejantes no cookbookery, clima de bastidores, já não existe qualquer debate sobre a ciência. A única coisa que existe agora é exposta diante de nossos olhos – uma tentativa deliberada de subjugar os povos da terra para a governança global sob o disfarce de ciência.

Agora é a hora de fazer suas vozes serem ouvidas em coletivo. Uma vez que os tratados têm sido assinados e liberdade se perder haverá muito pouco que possamos fazer para resolver tais acordos. Chame seus locais, estaduais e deputados federais aonde você vive. Fazê-lo para seus filhos, fazê-lo para o seu país, faça-o para a sua liberdade de viver e respirar como você a vê.
Uma vida de arrependimento não vai compensar a falta de ação neste momento. Vamos segurar a bandeira da liberdade para todos ao nosso redor e levá-los para a causa da liberdade, neste momento crucial de nossa história.
Adam Murdock, MD, é fundador do Instituto dos Homens Livres, www.freemeninstitute.com.
Fonte: Infowars – Who Will Stand Up Against the Coming Global Climate Tyranny?
Às vésperas da conferência mundial sobre o clima que começa nesta segunda-feira (7) em Copenhague, uma suspeita criou indignação entre cientistas, pesquisadores e líderes políticos. Trocas de e-mails revelaram que o renomado climatologista britânico, professor Phil Jones, diretor da Unidade de Pesquisas sobre o Clima (CRU) da Universidade de East Anglia (Inglaterra), teria manipulado dados de pesquisas com o intuito de aumentar projeções dos efeitos do aquecimento global sobre o planeta.
As mensagens vazaram depois que alguns hackers teriam invadido a rede da CRU e colocado on-line as conversas eletrônicas entre o professor Jones e outros especialistas.
Em um dos e-mails é mencionado um “truque” utilizado para alterar as estatísticas do aumento da temperatura na Terra, ocultando na realidade reduções de temperaturas. O cientista sob suspeita se defende e diz que a palavra “truque” foi utilizada fora de contexto e não está relacionada a nenhuma farsa.
Diante dos acontecimentos, o professor Phil Jones, renunciou temporariamente seu cargo na semana passada. Jones já recebeu mais de U$ 10 milhões para realizar pesquisas sobre o clima.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que recebe dados da CRU, anunciou que vai investigar as recentes acusações e deve se pronunciar sobre o assunto. “É um assunto sério e vamos estudar com detalhe”, declarou o indiano Rajendra Pachauri, presidente do IPCC.
Até os prêmios do ex-presidente americano Al Gore estão em jogo, caso seja comprovado às alterações propositais dos dados. Al Gore ganhou o Oscar em 2007 por seu documentário “Uma verdade inconveniente”, quando alertou o mundo sobre as mudanças climáticas e suas graves consequências. O filme também o ajudou a ganhar o Prêmio Nobel da Paz no mesmo ano.
As alterações do clima não mais questionáveis, porém as exageradas projeções futuras podem ter sido manipuladas e a comunidade científica mundial exige explicações. Mais de 190 países estão reunidos na conferência do clima em Copenhague que vai até o dia 18 de dezembro, numa tentativa de estabelecer novas metas para a redução de emissões de gases do efeito estufa, que substituirá o Protocolo de Kyoto em 2012.
Foto: Cientista britânico Phil Jones, durante visita ao Laboratorio de Estudos Climáticos, (LCS), da Administração Meteorológica da China. Crédito: LCS.
http://www.apolo11.com/mudancas_climaticas.php?posic=dat_20091207-113326.inc
Momento de compromisso é sem precedentes, disse Yvo de Boer.
Conferência internacional sobre mudança climática começa na segunda (7).
A conferência internacional sobre mudanças climáticas (COP 15) precisa ser um ponto de “virada”, defendeu neste domingo (6) o secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climática, Yvo de Boer. “Nunca em 17 anos de negociações climáticas tantas nações assumiram compromissos firmes juntos. É sem precedentes”, disse. A reunião começa nesta segunda-feira (7) em Copenhague.
Segundo o secretário, as partes envolvidas nas negociações devem “ focar num resultado que possa levar a ações imediatas”. “É urgente fazer o planejamento andar e as ações andarem”.
De Boer destacou que o novo acordo internacional sobre mudanças climáticas deve representar um avanço em relação ao Protocolo de Kyoto, “que inclua os EUA e que engaje os países em desenvolvimento”.
Pelo acordo climático vigente – ao qual os EUA não aderiram – os países em desenvolvimento não têm metas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.
De Boer se mostrou animado com a decisão do presidente americano Barack Obama em vir a Copenhague somente na próxima semana, e não nesta quarta-feira, como havia sido anunciado. A expectativa é de que Obama esteja na Dinamarca para o encerramento da conferência, num momento em que as decisões mais importantes devem ser tomadas.
“Obama disse desde o início que, se tiver a impressão de que as pessoas estão negociando aqui com boa-fé, ele quer ser parte das negociações”, apontou De Boer.
O secretário-executivo não espera que as discordâncias entre as 193 delegações de países levem a que alguma parte abandone as negociações. “O que faz este processo complexo e satisfatório é que no fim do dia precisamos sair com um acordo com que todos concordem”, apontou.
Vazamento de e-mails
Perguntado sobre se acredita que o vazamento de e-mails trocados por pesquisadores da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, e de outras instituições, afeta a credibilidade do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, sigla em inglês), o secretário-executivo apontou que ele se baseia em informações científicas produzidas por milhares de cientistas e que as checam entre si.
“Não acredito que haja qualquer processo que não seja sério e transparente [no IPCC]”, disse. O assunto ainda será abordado pelo IPCC quando a COP 15 começar, concluiu.
Fonte: G1

