Posts Categorizados ‘Sol

19
mar
10

OQUE E ISSO????

01
mar
10

dupla erupção solar

28
fev
10

Deu Bug no satélite no monitoramento do sol, é uma erupção!!

18
fev
10

Sonda Stereo capta imagens de erupção solar atípica

Atividade magnética pode afetar sistemas de navegação aérea.
Nasa tem 18 missões na ativa só para estudar detalhadamente o Sol.

Foto: Nasa

A primeira cena da ejeção de massa coronal (Foto: Nasa)

Arcos de fogo surgem de uma região ativa na superfície do Sol nas imagens captadas pela sonda Stereo em 27 de janeiro e divulgadas pela Nasa nesta semana. Os arcos são, na realidade, plasma, matéria superaquecida composta por partículas eletricamente carregadas em movimento (elétrons e íons).

A proeminência (ou ejeção de massa coronal) registrada pela Stereo estende-se por centenas de milhares de quilômetros na atmosfera externa do Sol, a coroa solar. Cientistas da Nasa avaliam que a forma dessa ejeção, mais estreita, e sua velocidade são atípicas.

Foto: Nasa

‘Cuspe solar’ – A 2ª cena da ejeção de massa coronal (Foto: Nasa)

Ejeções de massa coronais podem causar problemas na Terra. As partículas de energia podem danificar satélites, causar problemas de comunicação e navegação em aviões e interromper o fornecimento de energia em residências e indústrias.

Para entender os efeitos da atividade solar sobre a Terra, a Nasa mantém 18 missões de observação da estrela. O último reforço é a SDO (Solar Dynamics Observatory), lançada em 11 de fevereiro. A SDO vai tirar fotos detalhadas do Sol a cada 0,75 segundo. A cada dia, enviará à Terra 1,5 terabyte de informação.

G1

11
fev
10

Nasa lança ao espaço sonda para estudar o interior do Sol

Artefato irá orbitar a 35 mil quilômetros da Terra.
Objetivo é conseguir prever atividades solares.

Nasa/Nasa

Projeto de pesquisa mais detalhada do Sol gastou até agora R$ 1,5 bilhão (Foto: Nasa)

Uma sonda preparada para estudar o Sol foi lançada nesta quinta-feira (11) às 13h23 (hora de Brasília) pela Nasa a partir do Cabo Canaveral, na Florida (EUA). O equipamento ficará em órbita durante cinco anos a uma distância de 35 mil quilômetros da Terra, de onde enviará dados para uma estação localizada no estado de Novo México, nos EUA.

Foto: Nasa

Técnicos inspecionam a SDO (Foto: Nasa)

Por meio de fotos em alta resolução, os cientistas esperam descobrir como funcionam processos físico-químicos no interior do Sol. A sonda também vai medir a atividade do campo magnético solar.


O objetivo da Nasa é conseguir prever tempestades e outras atividades solares que podem afetar equipamentos em órbita, astronautas da estação espacial internacional (ISS) e sistemas eletrônicos na Terra.

O Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês) consumiu um investimento de US$ 800 milhões (quase R$ 1,5 bilhão) até agora.

G1

09
fev
10

O sol está se manifestando!

http://www.apolo11.com/soho_display.php?imagem=284&menu=astro

Traduzido pelo Google:

http://translate.google.com.br/translate?u=http%3A%2F%2Fsolarcycle24.com%2F&sl=en&tl=pt&hl=&ie=UTF-8

23
jan
10

Imagens da NASA mostram objetos do tamanho da Terra dentro da corona solar

Estranhos objetos começaram a aparecer na corona solar a partir de 18 de janeiro. As imagens mostram 3 diferentes esferas ao redor do Sol. Ainda não se sabe se é apenas uma anomalia nas imagens ou qualquer outra possibilidade mais “misteriosa”.

Segue abaixo um vídeo em inglês. Você pode ver uma discussão sobre o assunto aqui. Neste mesmo fórum você encontrará links para imagens dentro dos servidores da NASA que mostram tais esferas.

17
jan
10

Algo estranho produziu-se esta noite. Podemos ver o resultado na imagem Lasco C2

17
dez
09

Sol acorda e manchas do tamanho da Terra ja causam tempestades

Ao que tudo indica, o longo período de calmaria por que passa o Sol pode estar com os dias contados. Na noite de ontem, uma grande erupção no disco solar provocou uma forte ejeção de massa coronal que está se dirigindo diretamente em direção à Terra. A explosão foi registrada pelas lentes do observatório espacial SOHO e suas partículas deverão chegar ao nosso planeta na sexta-feira.

A ejeção de massa coronal, ou CME, ocorreu ontem (terça-feira) às 23h20 pelo horário de Brasília e produziu um flare de classe C-4 de longa duração, provocado pela erupção do campo magnético ao redor do novo grupo de manchas solares 1035. As manchas surgiram na segunda-feira e já apresentam sete vezes o tamanho da Terra, podendo ser facilmente observadas através de telescópios de pequeno porte.

Como as manchas estão voltadas diretamente para a Terra, a ejeção de material foi disparada nesta direção e apesar de serem fracas poderão causar tempestades geomagnéticas e provocar auroras austrais nas latitudes médias e altas do nosso planeta.


Flare Solar
Flare ou rajada solar é uma explosão que acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada. Quando ocorrem, produzem enorme emissão de radiação que se espalha por todo o espectro eletromagnético, desde a região das ondas de rádio até a região dos raios-X e raios-gama.


Clique para ampliar

Como conseqüência, ocorrem as chamadas Ejeções de Massa Coronal, ou CME, enormes bolhas de gases ionizados com até 10 bilhões de toneladas, que são lançadas no espaço a velocidades que superam a marca de dois milhões de quilômetros por hora. Nesta velocidade, as partículas ejetadas levam cerca de três ou quatro dias para cruzar os 150 milhões de quilômetros que separam o Sol do nosso planeta.

Quando observadas dentro do espectro de raios-x, que vai de 1 a 8 Angstroms, produzem um intenso brilho ou clarão. A intensidade desse clarão (ou flare) permite classificar o fenômeno em algumas categorias ou classes.

Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem provocar blecautes de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blecautes de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de Classe M.

Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra e também as mais comuns.


Tempestades geomagnéticas
A maior parte das partículas altamente carregadas que foram ejetadas são desviadas quando chegam próximas à magnetosfera da Terra. No entanto, parte dela consegue furar o bloqueio e atinge as camadas superiores da atmosfera e se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio, produzindo radiação no comprimento de onda da luz visível e que são atraídas aos polos pelo campo magnético do planeta

Esse efeito luminoso é chamado de Aurora e são mais intensas quanto maior for a atividade solar. Quando ocorrem próximas ao polo norte as auroras recebem o nome de “auroras boreais” e quando se dão próximas ao pólo sul recebem o nome de “auroras austrais”.

Fonte: Apolo11




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