Posts Categorizados ‘Terra

26
jan
10

Sonda da Nasa detecta asteroide nos arredores da Terra

O 2010 AB78, descoberto em 12 de dezembro passado, tem 1 km de diâmetro, mas não representa nenhum risco de colisão com o planeta Foto: Nasa/DivulgaçãoO 2010 AB78 (ponto vermelho na parte superior da imagem) tem 1 km de diâmetro, mas não apresenta nenhum risco de colisão com o planeta
26 de janeiro de 2010
Foto: Nasa/Divulgação

O telescópio espacial Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), lançado em dezembro de 2009, detectou o primeiro asteroide de centenas que a Nasa, agência espacial americana, espera encontrar nos arredores da Terra nos próximos anos. A Nasa informou que o recém-batizado 2010 AB78, descoberto em 12 de dezembro passado, não apresenta nenhum risco de colisão com o planeta.

Atualmente, o objeto de aproximadamente 1 km de diâmetro está a cerca de 158 milhões de km da Terra. Segundo a Nasa, o asteroide tem a órbita elíptica e chega perto do Sol como a Terra, mas por causa de sua trajetória inclinada, não deve se aproximar por muitos séculos. Apesar de não causar riscos, os cientistas continuarão monitorando a rocha espacial.

Centenas de asteroides e cometas passam relativamente próximos à Terra anualmente – alguns com tamanho reduzido ingressam na órbita terrestre, mas acabam se desintegrando ao atingir a atmosfera. Em casos raros de impacto com um objeto de maior proporção, o dano na superfície da Terra pode ser catastrófico. A teoria mais aceita diz que um asteroide com cerca de 10 km de largura mergulhou no planeta há 65 milhões de anos, matando todos os dinossauros e provocando um cataclisma mundial.

A sonda Wise, responsável por fazer o mapeamento fotográfico do cosmos, foi colocada em órbita por um foguete Delta II, a uma distância de 525 km da Terra.

Fonte: Terra

23
jan
10

Imagens da NASA mostram objetos do tamanho da Terra dentro da corona solar

Estranhos objetos começaram a aparecer na corona solar a partir de 18 de janeiro. As imagens mostram 3 diferentes esferas ao redor do Sol. Ainda não se sabe se é apenas uma anomalia nas imagens ou qualquer outra possibilidade mais “misteriosa”.

Segue abaixo um vídeo em inglês. Você pode ver uma discussão sobre o assunto aqui. Neste mesmo fórum você encontrará links para imagens dentro dos servidores da NASA que mostram tais esferas.

17
dez
09

Sol acorda e manchas do tamanho da Terra ja causam tempestades

Ao que tudo indica, o longo período de calmaria por que passa o Sol pode estar com os dias contados. Na noite de ontem, uma grande erupção no disco solar provocou uma forte ejeção de massa coronal que está se dirigindo diretamente em direção à Terra. A explosão foi registrada pelas lentes do observatório espacial SOHO e suas partículas deverão chegar ao nosso planeta na sexta-feira.

A ejeção de massa coronal, ou CME, ocorreu ontem (terça-feira) às 23h20 pelo horário de Brasília e produziu um flare de classe C-4 de longa duração, provocado pela erupção do campo magnético ao redor do novo grupo de manchas solares 1035. As manchas surgiram na segunda-feira e já apresentam sete vezes o tamanho da Terra, podendo ser facilmente observadas através de telescópios de pequeno porte.

Como as manchas estão voltadas diretamente para a Terra, a ejeção de material foi disparada nesta direção e apesar de serem fracas poderão causar tempestades geomagnéticas e provocar auroras austrais nas latitudes médias e altas do nosso planeta.


Flare Solar
Flare ou rajada solar é uma explosão que acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada. Quando ocorrem, produzem enorme emissão de radiação que se espalha por todo o espectro eletromagnético, desde a região das ondas de rádio até a região dos raios-X e raios-gama.


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Como conseqüência, ocorrem as chamadas Ejeções de Massa Coronal, ou CME, enormes bolhas de gases ionizados com até 10 bilhões de toneladas, que são lançadas no espaço a velocidades que superam a marca de dois milhões de quilômetros por hora. Nesta velocidade, as partículas ejetadas levam cerca de três ou quatro dias para cruzar os 150 milhões de quilômetros que separam o Sol do nosso planeta.

Quando observadas dentro do espectro de raios-x, que vai de 1 a 8 Angstroms, produzem um intenso brilho ou clarão. A intensidade desse clarão (ou flare) permite classificar o fenômeno em algumas categorias ou classes.

Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem provocar blecautes de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blecautes de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de Classe M.

Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra e também as mais comuns.


Tempestades geomagnéticas
A maior parte das partículas altamente carregadas que foram ejetadas são desviadas quando chegam próximas à magnetosfera da Terra. No entanto, parte dela consegue furar o bloqueio e atinge as camadas superiores da atmosfera e se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio, produzindo radiação no comprimento de onda da luz visível e que são atraídas aos polos pelo campo magnético do planeta

Esse efeito luminoso é chamado de Aurora e são mais intensas quanto maior for a atividade solar. Quando ocorrem próximas ao polo norte as auroras recebem o nome de “auroras boreais” e quando se dão próximas ao pólo sul recebem o nome de “auroras austrais”.

Fonte: Apolo11




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